sábado, 29 de dezembro de 2012
sinceramente?
sinceramente? sou, assumidamente, fã da sinceridade. gosto de romance, mimimi, cinema, clichês, pronomes possessivos. mas entre todas essas coisas que eu gosto, há uma de que eu não abro mão: a sinceridade. e é por isso que eu prefiro um filho da puta sincero do que um príncipe de mentiras. prefiro estar tranquila e saber que tudo o que ele diz é verdade, porque dificilmente são coisas bonitas e quando são sei que são verdadeiras e tem muito valor e que não são só complemento de um "bom dia". ele pode não ser um santo, mas sei todos os seus pecados pela sua boa, sem "foi não sei quem que me contou". acho que é um tanto ou quanto tranquilizador saberes exatamente o tipo de pessoa que tens ao teu lado, entendes? não tenho paciência ou conformismo para aguentar o príncipe encantado, por muitas vezes que diga que é isso que quero, no seu belo cavalo branco, jurando o para sempre, com promessa de filhos correndo pela casa. se assim fosse, eu ia tentar saber quem é ele na verdade, porque ele é homem e tudo isso está errado, não existe príncipes encantados. não ia conseguir achar lindo, morrer de amores e ponto, com um sorriso de canto a canto. tipo de gente e de história que não me convence: "final feliz". acredito em fidelidade, acredito e espero. fidelidade a dois, cumplicidade e todas essas coisas e pequenos pormenores mas nesta vida somos todos vacilantes e ninguém é uma personagem de um filme de romance. vou te contar, eu amo flores, mas amo ainda mais a verdade.
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