quarta-feira, 29 de agosto de 2012
a leve brisa
é assim que eu estou, à espera. de tudo e de ti. os dias passam, entre arrepios e palavras que te quero dizer ao ouvido, mas nunca estás perto, as palavras perdem-se... como se fugissem, como se tivesse de ser mesmo assim. toda a gente já disse não consigo parar de pensar em ti, eu não consigo, de facto, admito, é uma fraqueza. estás dentro da minha pele mas não sabes. consigo ver-te aqui à frente e quase que te posso tocar, quase. quero sentir, sim sentir. lembro-me dos teus olhos, do teu sorriso, do teu corpo e da tua inocência. mudaste, dizes-me tu. mudaste sim, eu percebo, eu vejo. cresceste, estás diferente. talvez um dia. talvez um dia, de manhã, quando o sol estiver a nascer, talvez um dia, quando uma leve brisa soprar, das que costumam aparecer na primavera, talvez... talvez eu olhe para o lado e tu estejas lá.
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